Porque o entretenimento, se continuar a ser tratado como um luxo secundário, acabará por desaparecer aos poucos, sem ninguém se queixar, até darmos por nós a vivermos em autênticos dormitórios periféricos, e a termos de nos deslocar quilómetros para poder ver um filme de super-heróis enquanto comemos pipocas.
E, no entanto, há pessoas que insistem, que dão mais uma chance, que incentivam para que a semente plantada possa alguma vez crescer, mas, uma vez mais, e outra, e outra, não passa de um vislumbre, até porque a Câmara dedica mais atenção aos avisos de trânsito nas suas redes sociais ou outdoors, do que a qualquer iniciativa de cultura local!
Temos assistido a um aumento das notícias que dão conta de uma propagação de mosquitos transmissores de doenças infecciosas no território nacional. Não é a primeira vez que os avisos da comunidade científica são ignorados, e continuam a faltar planos de ação concretos.
O Bloco de Esquerda expressa extrema preocupação com o aumento contínuo e expressivo dos pedidos de apoio registados pela APAV, uma vez que estes revelam agravamento de fenómenos de violência sobre as mulheres em Portugal e da insuficiência das respostas públicas. O crime de violência doméstica é o crime mais praticado em Portugal, e segundo a Direção-Geral da Política de Justiça, na nota imitida, no dia 20 de fevereiro, entre os anos 2000 e 2024, registou-se uma diminuição da taxa de criminalidade e um aumento da proporção de mulheres no conjunto dos lesados/ofendidos.
O Bloco de Esquerda expressa extrema preocupação com o aumento contínuo e expressivo dos pedidos de apoio registados pela APAV, uma vez que estes revelam agravamento de fenómenos de violência sobre as mulheres em Portugal e da insuficiência das respostas públicas. O crime de violência doméstica é o crime mais praticado em Portugal, e segundo a Direção-Geral da Política de Justiça, na nota imitida, no dia 20 de fevereiro, entre os anos 2000 e 2024, registou-se uma diminuição da taxa de criminalidade e um aumento da proporção de mulheres no conjunto dos lesados/ofendidos.
O Bloco de Esquerda considera que numa fase particularmente exigente não é compreensível, nem aceitável que instrumentos estruturantes de proteção civil permaneçam desatualizados. A realidade atual impõe planeamento rigoroso, capacidade de antecipação e revisão permanente dos mecanismos de resposta
A prevenção é a primeira linha de defesa em qualquer política séria de proteção civil. Ignorar a necessidade de atualização de um instrumento desta importância é, no mínimo, uma irresponsabilidade de consequências imprevisíveis.
O Bloco de Esquerda defende que o combate a estas situações deve passar prioritariamente por políticas públicas de prevenção, com um reforço da intervenção do Estado e das autarquias, tanto na regulação do mercado da habitação como no apoio às famílias antes de estas atingirem situações-limite.
Para o Bloco de Esquerda, deveríamos estar a caminhar para um reforço dos cuidados de saúde, com infraestruturas de qualidade e capazes de responder às populações. Este tipo de ocorrência evidencia a urgência de investimentos na infraestrutura de saúde, para garantir condições dignas e seguras tanto para os utentes quanto para os profissionais.
O Bloco de Esquerda condena firmemente a decisão do executivo autárquico do PSD e denuncia este ataque à cultura enquanto motor de transformação social, coesão territorial e desenvolvimento. Esta opção política revela uma direita incapaz de reconhecer o valor da cultura do povo e o seu papel na construção de comunidades vivas e sustentáveis. Solidarizamo-nos com a equipa organizadora do MDOC, a AO NORTE, bem como a população de Melgaço, e comprometemo-nos a reunir com a AO NORTE para avaliar todas as formas possíveis de apoiar esta luta pela cultura e pela dignidade do interior. A cultura não é um luxo: é um direito e uma necessidade.
Ambas as propostas do Bloco, lutas antigas feitas em conjunto com os profissionais e com as comunidades locais, são vitórias para todo o Alto Minho. No entanto, lamentamos a dualidade de reações entre o que os partidos dizem e prometem localmente e o que sentido de voto no parlamento, sem qualquer justificação às pessoas do Alto Minho.