Foi recentemente noticiado o encerramento da unidade de Lanheses e, subsequente, despedimento coletivo de 68 trabalhadores, situação que causa profunda preocupação quanto ao impacto social e económico na região. Num território onde a estabilidade laboral é determinante para a coesão social e fixação de população, esta decisão afeta não apenas a economia local, mas também dezenas de famílias e trabalhadores qualificados que contribuíram para afirmar Viana do Castelo como referência nacional nas energias renováveis.
O Bloco de Esquerda manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores e considera alarmante a sucessão de despedimentos coletivos e encerramentos de empresas no Alto Minho nos últimos anos.
 

Foi recentemente noticiado o encerramento da unidade de Lanheses e, subsequente, despedimento coletivo de 68 trabalhadores, situação que causa profunda preocupação quanto ao impacto social e económico na região. Num território onde a estabilidade laboral é determinante para a coesão social e fixação de população, esta decisão afeta não apenas a economia local, mas também dezenas de famílias e trabalhadores qualificados que contribuíram para afirmar Viana do Castelo como referência nacional nas energias renováveis.
O Bloco de Esquerda manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores e considera alarmante a sucessão de despedimentos coletivos e encerramentos de empresas no Alto Minho nos últimos anos.
 

O Bloco de Esquerda expressa extrema preocupação com o aumento contínuo e expressivo dos pedidos de apoio registados pela APAV, uma vez que estes revelam agravamento de fenómenos de violência sobre as mulheres em Portugal e da insuficiência das respostas públicas. O crime de violência doméstica é o crime mais praticado em Portugal, e segundo a Direção-Geral da Política de Justiça, na nota imitida, no dia 20 de fevereiro, entre os anos 2000 e 2024, registou-se uma diminuição da taxa de criminalidade e um aumento da proporção de mulheres no conjunto dos lesados/ofendidos.

O Bloco de Esquerda expressa extrema preocupação com o aumento contínuo e expressivo dos pedidos de apoio registados pela APAV, uma vez que estes revelam agravamento de fenómenos de violência sobre as mulheres em Portugal e da insuficiência das respostas públicas. O crime de violência doméstica é o crime mais praticado em Portugal, e segundo a Direção-Geral da Política de Justiça, na nota imitida, no dia 20 de fevereiro, entre os anos 2000 e 2024, registou-se uma diminuição da taxa de criminalidade e um aumento da proporção de mulheres no conjunto dos lesados/ofendidos.

O Bloco de Esquerda considera que numa fase particularmente exigente não é compreensível, nem aceitável que instrumentos estruturantes de proteção civil permaneçam desatualizados. A realidade atual impõe planeamento rigoroso, capacidade de antecipação e revisão permanente dos mecanismos de resposta

A prevenção é a primeira linha de defesa em qualquer política séria de proteção civil. Ignorar a necessidade de atualização de um instrumento desta importância é, no mínimo, uma irresponsabilidade de consequências imprevisíveis.

O Bloco de Esquerda considera que numa fase particularmente exigente não é compreensível, nem aceitável que instrumentos estruturantes de proteção civil permaneçam desatualizados. A realidade atual impõe planeamento rigoroso, capacidade de antecipação e revisão permanente dos mecanismos de resposta

A prevenção é a primeira linha de defesa em qualquer política séria de proteção civil. Ignorar a necessidade de atualização de um instrumento desta importância é, no mínimo, uma irresponsabilidade de consequências imprevisíveis.