O Bloco de Esquerda defende que o combate a estas situações deve passar prioritariamente por políticas públicas de prevenção, com um reforço da intervenção do Estado e das autarquias, tanto na regulação do mercado da habitação como no apoio às famílias antes de estas atingirem situações-limite.

O Bloco de Esquerda defende que o combate a estas situações deve passar prioritariamente por políticas públicas de prevenção, com um reforço da intervenção do Estado e das autarquias, tanto na regulação do mercado da habitação como no apoio às famílias antes de estas atingirem situações-limite.

Para o Bloco de Esquerda, deveríamos estar a caminhar para um reforço dos cuidados de saúde, com infraestruturas de qualidade e capazes de responder às populações. Este tipo de ocorrência evidencia a urgência de investimentos na infraestrutura de saúde, para garantir condições dignas e seguras tanto para os utentes quanto para os profissionais. 

Para o Bloco de Esquerda, deveríamos estar a caminhar para um reforço dos cuidados de saúde, com infraestruturas de qualidade e capazes de responder às populações. Este tipo de ocorrência evidencia a urgência de investimentos na infraestrutura de saúde, para garantir condições dignas e seguras tanto para os utentes quanto para os profissionais. 

O Bloco de Esquerda condena firmemente a decisão do executivo autárquico do PSD e denuncia este ataque à cultura enquanto motor de transformação social, coesão territorial e desenvolvimento. Esta opção política revela uma direita incapaz de reconhecer o valor da cultura do povo e o seu papel na construção de comunidades vivas e sustentáveis. Solidarizamo-nos com a equipa organizadora do MDOC, a AO NORTE, bem como a população de Melgaço, e comprometemo-nos a reunir com a AO NORTE para avaliar todas as formas possíveis de apoiar esta luta pela cultura e pela dignidade do interior. A cultura não é um luxo: é um direito e uma necessidade.

O Bloco de Esquerda condena firmemente a decisão do executivo autárquico do PSD e denuncia este ataque à cultura enquanto motor de transformação social, coesão territorial e desenvolvimento. Esta opção política revela uma direita incapaz de reconhecer o valor da cultura do povo e o seu papel na construção de comunidades vivas e sustentáveis. Solidarizamo-nos com a equipa organizadora do MDOC, a AO NORTE, bem como a população de Melgaço, e comprometemo-nos a reunir com a AO NORTE para avaliar todas as formas possíveis de apoiar esta luta pela cultura e pela dignidade do interior. A cultura não é um luxo: é um direito e uma necessidade.