Eleita nova direção direção distrital do Bloco em Viana do Castelo

O Bloco de Esquerda terá de reforçar a sua presença no terreno, criar mais situações de proximidade com as populações e estar atento ao que se passa em cada concelho do distrito. Mesmo sem representação nas instituições autárquicas, renovamos o compromisso de acompanhar os problemas concretos das pessoas, apoiar as suas lutas, exigir respostas às entidades responsáveis e conquistar avanços que melhorem a vida de quem vive e trabalha no Alto Minho.

Ontem, dia 6 de março, foi eleita a nova Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Viana do Castelo.

A lista única, que se apresentou nesta eleição, "Reforçar a presença, ampliar a luta" é composta por Adriana Temporão (Valença), Ana Forte (Viana do Castelo), Abílio Cerqueira (Caminha), Carlos da Torre (Viana do Castelo), Renata Trindade (Viana do Castelo), Tiago Ribeiro (Ponte de Lima) e Ana Azevedo (Vila Nova de Cerveira).

Nos últimos tempos, o Bloco de Esquerda de Viana do Castelo tem mantido uma intervenção política ativa e consequente no distrito, articulando a luta institucional com o trabalho de proximidade junto das populações. O Bloco esteve presente na defesa do território contra projetos ambientalmente destrutivos, no apoio às reivindicações dos pescadores e das comunidades costeiras, nas lutas feministas e na denúncia das desigualdades sociais que continuam a marcar o distrito.

No último Orçamento do Estado para 2026 foram aprovadas duas propostas do Bloco de Esquerda com impacto direto no Alto Minho: a requalificação do portinho de Vila Praia de Âncora, uma reivindicação antiga da comunidade piscatória e essencial para a segurança e dignidade do trabalho no mar, e a realização do desassoreamento da Foz do Rio Minho e dragagens no rio Neiva, fundamentais para garantir melhores condições de navegação, segurança e sustentabilidade das atividades locais.

O Bloco de Esquerda terá de reforçar a sua presença no terreno, criar mais situações de proximidade com as populações e estar atento ao que se passa em cada concelho do distrito. Mesmo sem representação nas instituições autárquicas, renovamos o compromisso de acompanhar os problemas concretos das pessoas, apoiar as suas lutas, exigir respostas às entidades responsáveis e conquistar avanços que melhorem a vida de quem vive e trabalha no Alto Minho.

Em plena crise social, onde o custo de vida está cada vez mais asfixiante e os ataques a quem trabalha são ferozes, o Bloco de Esquerda necessita reforçar a sua presença e ação a nível distrital.